As vendas da rede caíram 6,1% em setembro: R$ 34.929 contra R$ 37.190 em agosto (−R$ 2.261).
A queda vem de Pernambuco (−19,1%, −R$ 2.575) e, dentro dele, da air fryer (−43,7%, −R$ 2.789). Ceará e Rio Grande do Norte cresceram 1,3% cada.
Fato: Pernambuco explica a queda da rede. PE perdeu R$ 2.575. CE (+R$ 200) e RN (+R$ 114) compensaram só R$ 314.
Fonte: tabela de vendas por estado.
Fato: em PE, a queda é de um produto. A air fryer foi de R$ 6.380 para R$ 3.591. Cafeteira, liquidificador e ventilador somaram +R$ 214 (+3,0%). A queda da air fryer em PE (R$ 2.789) é maior que a queda da rede inteira. Se ela tivesse repetido agosto, a rede teria fechado 1,4% acima de agosto.
Fonte: tabela de PE por produto.
HipóteseHipótese, não confirmada: o mercado de air fryer está saturado. O que existe é a presença do produto em 64% dos domicílios brasileiros em 2025, contra 36,2% em 2022. A fonte mede quantas casas têm o produto. Ela não traz venda de 2026 nem recorte por estado, então não prova desaceleração. Também não temos air fryer de CE e RN para testar se o movimento é nacional.
Fonte: Worldpanel by Numerator, citado pelo MilkPoint em 10/06/2026.
A causa da queda da air fryer em PE ainda não foi identificada. Os números estão em R$ e não separam volume de preço.
Autorizar o diagnóstico da queda de air fryer em Pernambuco (estoque, preço, promoção e unidades vendidas) e adiar qualquer corte de compra ou de meta de air fryer até o resultado.